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	<title>Curtindo o Japão - Blog</title>
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	<modified>2009-01-04T11:44:48+00:00</modified>
	<tagline><![CDATA[A experiência sobre viagens, cultura e o cotidiano de um fotógrafo e jornalista brasileiro que vive Japão.]]></tagline>
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		<title>Vídeo do festival de arte de rua de Atsugi</title>
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		<issued>2009-01-04T18:40:39+09:00</issued>
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		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img57_Atsugiweb.jpg" class="pict" alt="Festival de arte de rua de Atsugi" title="Festival de arte de rua de Atsugi" width="320" height="482" /></div><br />
<br />
Veja o vídeo sobre o festival de arte de rua realizado na cidade de Atsugi (Kanagawa). Além das performances tradicionais que ficaram populares em todo o mundo, também surpreendeu o público as criações contemporâneas. Algumas parecem que saíram do mundo do <em>manga</em> e do <em>anime</em>. Confira na <a href="http://curtindoojapao.com/webtv/sb.cgi?eid=53" target="_blank" title="Link para página"><em>WebTV</em></a> e no <a href="http://curtindoojapao.com/relatos/sb.cgi?eid=33" target="_blank" title="Link para a página"><em>Relatos e Fotos</em></a>.]]></content>
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		<title>São João no Ano Novo </title>
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		<issued>2008-12-25T22:59:12+09:00</issued>
		<modified>2008-12-25T13:59:12Z</modified>
		<summary>Quando eu era criança, a rua da minha casa não tinha asfalto. Qualquer chuvinha, virava uma atoleiro desgraçado. Mas o lado bom é que nas noites juninas a gente podia fazer uma fogueira em fren...</summary>
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		<dc:subject>Tema &gt; Agricultura</dc:subject>
		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[Quando eu era criança, a rua da minha casa não tinha asfalto. Qualquer chuvinha, virava uma atoleiro desgraçado. Mas o lado bom é que nas noites juninas a gente podia fazer uma fogueira em frente ao portão, na rua mesmo, e a festa rolava com tudo que a data merecia.<br />
<br />
Assim que as primeiras brasas se formavam, puxava uns montinhos para a beira da fogueira e calcava uma batata-doce no meio deles… que delícia que era!<br />
<br />
Depois, mudamos para uma rua asfaltada, e nunca mais fogueira, nunca mais batata-doce assada na brasa. <br />
<br />
Só no Japão é que voltei a comer batatas-doce tão gostosas como aquelas da minha infância. Não posso ouvir as populares caminhonetes que ficam andado pelas ruas e anunciando no alto-falante: <em>YAKI-IMO, ISHI-YAKI-IMO, YAKI-IMO</em>, que lá vou eu correndo atrás. Elas carregam um forno à lenha na caçamba e assam a batata-doce na hora.<br />
<br />
<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/MRvoSF2pyt4&hl=ja&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/MRvoSF2pyt4&hl=ja&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br />
<br />
<br />
Mas este ano eu não vou precisar correr atrás das caminhonetes porque, pela primeira vez na vida, plantei batata-doce e no mês passado fiz uma bela colheita. Aproveitando que o inverno começou a ficar bem friorento aqui no Japão, vou assá-las numa fogueira.<br />
<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img54_file.jpg" class="pict" alt="colheita de batata-doce" title="colheita de batata-doce" width="448" height="336" /><br />
<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img55_file.jpg" class="pict" alt="colheita de batata-doce" title="colheita de batata-doce" width="448" height="336" /><br />
<br />
<div style="text-align:center"><strong>E VIVA SÃO JOÃO!!!</strong> </div><br />
<br />
Por Reginaldo Okada<br />
Fotos: Satomi Shimogo]]></content>
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		<title>Atsugi, a arte de rua reanimando a cidade</title>
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		<issued>2008-12-23T21:36:07+09:00</issued>
		<modified>2008-12-23T12:36:07Z</modified>
		<summary>É difícil ficar indiferente e passar reto quando vemos um monte de gente em volta de artistas mambembes que ficam se apresentando nas ruas e praças. Imagine, então, num evento que reúne 40 gru...</summary>
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		<dc:subject>Tema &gt; Festivais</dc:subject>
		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img53_Atsugi.JPG" class="pict" alt="Crianças choravam, cachorros latiam, adultos davam risadas histéricas. Ninguém fica impassível sendo visto pelo “homem-olho” " title="Crianças choravam, cachorros latiam, adultos davam risadas histéricas. Ninguém fica impassível sendo visto pelo “homem-olho” " width="482" height="320" /><br />
<br />
É difícil ficar indiferente e passar reto quando vemos um monte de gente em volta de artistas mambembes que ficam se apresentando nas ruas e praças. Imagine, então, num evento que reúne 40 grupos, japoneses e internacionais, realizando várias apresentações simultâneas. A cidade de Atsugi (Kanagawa) criou um festival de arte de rua para revitalizar o centro da cidade. Confira no <em><a href="http://curtindoojapao.com/relatos/sb.cgi?eid=33" target="_blank" title="Link para a página">Relatos e Fotos</a></em>.]]></content>
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		<title>Arquitetura em extinção?</title>
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		<issued>2008-12-21T14:07:17+09:00</issued>
		<modified>2008-12-21T05:07:17Z</modified>
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		<dc:subject>Tema &gt; Arquitetura Antiga</dc:subject>
		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[Recentemente, visitei a cidade de Chichibu (Saitama) e almocei dentro deste prédio construído há 300 anos, que é da pousada <a href="http://www.ksky.ne.jp/~kawasemi/" target="Link para o site" title="Link para o site">Sugi No Ko</a>. Ela também funciona na hora do almoço como restaurante especializado em comida típica regional.<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img51_1chichibu169.JPG" class="pict" alt="Pousada Sugi No Ko" title="Pousada Sugi No Ko" width="482" height="320" /><br />
<br />
A centenária arquitetura está na beira de uma larga avenida e toda cercada por casas comuns. É um dos poucos prédios antigos da região que ainda mantém o tradicional telhado de palha, chamado em japonês de <em>kayabuki</em>.<br />
<br />
Os donos da pousada me disseram que esta ficando cada vez mais difícil manter esse tipo de telhado, porque a palha tem que ser trocada com frequência, mais ou menos a cada 10 anos, e não tem mais pessoas especializadas nesse trabalho. “Na cidade só tem um senhor já bem idoso. Depois que ele falecer, não sabemos como vai ser”, me afirmaram com grande preocupação. <br />
<br />
Um outro problema é que também não existem muitas pessoas que colhem o <em>kaya</em>, a palha seca de algumas espécies de gramíneas, cuja a mais comum é a <em><a href="http://es.wikipedia.org/wiki/Miscanthus_sinensis" target="_blank" title="Link para o site">susuki</a></em> (<em>Eulalia japonica Trin.</em>), e o material está muito caro. Para reformar todo o telhado tem que se desembolsar uma pequena fortuna.<br />
<br />
Fiquei muito triste com a história e achando que esse tipo de arquitetura já estava entrado em processo de extinção. Mas, algumas semanas depois, vi uma reportagem na televisão sobre um projeto no <a href="http://curtindoojapao.com/blog/log/eid18.html" target="_blank" title="Link para o site">Ōuchi Shuku</a>, um dos lugares no Japão onde existem mais casas com <em>kayabuki</em>. Ali criou-se uma escola e os artesãos veteranos estão ensinando a técnica de trabalhar com esse tipo de telhado. Muitos jovens do bairro estão participando do projeto e, pelo menos nesse local, os majestosos <em>kayabuki</em> vão continuar cobrindo as centenárias construções e atraindo muitos turistas.<br />
<br />
Pesquisando melhor sobre o <em>kayabuki</em>, descobri que também está surgindo um forte movimento em vários setores da sociedade para que eles não desapareçam e para que se facilite o seu emprego em novas construções. A empresa Kumagaisangyo tem um ótimo <a href="http://www.kayabukiyane.com/info.html" target="_blank" title="Link para site">site em inglês</a> com muitas informações e fotos sobre o tema.<br />
<br />
Voltando ao Sugi No Ko, o que eu comi no almoço foi <em>soba</em> (macarrão de trigo sarraceno) e <em>shishi-nabe</em> (cozido de carne de javali). Os pratos servidos na pousada mudam conforme as estações do ano porque os ingredientes principais são colhidos, pescados ou caçados na floresta das altas montanhas da região de Chichibu.<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img52_2chichibu160.JPG" class="pict" alt="Shishi-nabe" title="Shishi-nabe" width="482" height="320" />]]></content>
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		<title>Como um deus mitológico</title>
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		<issued>2008-12-19T12:47:11+09:00</issued>
		<modified>2008-12-19T03:47:11Z</modified>
		<summary>Acabei de chegar de uma viagem pelas províncias de Kumamoto e Miyazaki. Nesta última, visitei a cidade de Takachiho para assistir a uma festa folclórica chamada Yokagura. É um ritual que começ...</summary>
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		<dc:subject>Tema &gt; Festivais</dc:subject>
		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[Acabei de chegar de uma viagem pelas províncias de Kumamoto e Miyazaki. Nesta última, visitei a cidade de Takachiho para assistir a uma festa folclórica chamada Yokagura. É um ritual que começa às 14h e vai até às 9h do dia seguinte. Durante a noite inteira os homens do povoado agrícola ficam dançando e encenando histórias mitológicas. Entre todos os festivais japoneses que já assisti, este foi um dos que eu gostei mais e que me deixou com a vontade de voltar sempre nos próximos anos. A repetição durante horas do mesmo ritmo e canto faz a gente entrar no mundo dos deuses.<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img49_Kaguraeublog.JPG" class="pict" alt="Yokagura" title="Yokagura" width="482" height="361" /><br />
<br />
O ritual tem mais de 30 partes. Em uma delas, algumas pessoas do público são convidas para subir no local sagrado e improvisar uma dança, vestida com as roupas e a máscara de um dos deuses mitológicos. O indivíduo que aparece em primeiro plano na foto é o mesmo que está fazendo esta postagem, agora já reencarnado como um simples mortal. <br />
<br />
Fique ligado que em breve vamos postar o <em>WebTV</em> e <em>Relatos e Fotos</em> sobre o Yokagura.<br />
<br />
Por Reginaldo Okada]]></content>
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		<title>A nova cara</title>
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		<issued>2008-12-09T22:56:41+09:00</issued>
		<modified>2008-12-09T13:56:41Z</modified>
		<summary>Quem já visitou o CURTINDO O JAPÃO deve estar notando a mudança que fizemos na página inicial para imprimir uma outra dinâmica ao site. Esperamos que a nova cara “bloguística” possibilite...</summary>
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		<dc:subject>Comunicados</dc:subject>
		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[Quem já visitou o CURTINDO O JAPÃO deve estar notando a mudança que fizemos na página inicial para imprimir uma outra dinâmica ao site. Esperamos que a nova cara “bloguística” possibilite um acesso mais fácil e uma melhor visualização do conteúdo.<br />
<br />
A partir de agora as postagens também ficarão mais frequentes e com mais temas sobre as experiências cotidianas aqui no Japão.<br />
<br />
Apareça sempre para conferir.]]></content>
	</entry>
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		<title>O sakura floresce primeiro em Okinawa</title>
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		<issued>2008-12-09T21:00:21+09:00</issued>
		<modified>2008-12-09T12:00:21Z</modified>
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		<dc:subject>Tema &gt; Natureza</dc:subject>
		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[Recentemente, recebemos um email com o título “Estou curtindo mesmo!”, enviado pela Paula “Carioca”. Ela vai fazer uma grande viagem pelo Japão,  percorrendo o país do sul ao norte, do subtropical ao subártico, e parando em várias províncias.<br />
<br />
Um techo do email diz o seguinte:<br />
"Descobri o <em>Curtindo o Japão</em> há dois dias e não faço outra coisa a não ser ver seus deliciosos posts! Que experiência maravilhosa deve ser ter tempo para ir conhecendo essa cultura incrível aos pouquinhos! Adoraria poder fazer o mesmo. Fico aqui “namorando” as suas dicas e tentando encaixá-las na minha viagem.”<br />
<br />
A Paula traçou um roteiro incrível (grande pesquisadora e estrategista!) e uma das coisas que ela faz questão de ver é a floração das cerejeiras em Okinawa. <br />
<br />
Então, em homenagem à Paula e ao marido, e desejando que tudo dê certo e que curtam bastante o Japão nessa viagem, vou colocar a seguir algumas fotos das cerejeiras de Okinawa, que fiz numa viagem em janeiro/2006.<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img40_file.jpg" class="pict" alt="Cerejeiras na montanha Yaedake" title="Cerejeiras na montanha Yaedake" width="482" height="320" /><br />
<br />
A península de Motobu, que fica no norte da ilha principal de Okinawa, é o primeiro lugar do Japão onde as cerejeiras florescem. Nessa região a árvore símbolo do país e indicadora natural da chegada da primavera lança suas flores dois meses mais adiantado do que nas outras províncias do sul.<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img41_file.jpg" class="pict" alt="Cerejeiras na montanha Yaedake" title="Cerejeiras na montanha Yaedake" width="482" height="320" /><br />
<br />
De meados de janeiro a meados de fevereiro, as flores róseas persistem nos galhos, mostrando uma característica diferente das outras espécies de <em>sakura</em> do Japão, que pouco dias após desabrocharem já se despetalam.<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img42_file.jpg" class="pict" alt="A espécie de cerejeira hikanzakura" title="A espécie de cerejeira hikanzakura" width="482" height="320" /><br />
<br />
Por causa do clima mais quente de Okinawa, apenas um tipo de cerejeira conseguiu se adaptar, a chamada <em>hikanzakura</em>. Mas, como no resto do Japão, a sua floração é motivo de festa e também existem os locais onde os moradores e turistas se aglomeram para contemplar a beleza das flores. O principal é o parque da montanha Yaedake.<br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img43_file.jpg" class="pict" alt="Cerejeiras na montanha Yaedake" title="Cerejeiras na montanha Yaedake" width="482" height="320" /><br />
<br />
Dentro da península Motobu, o primeiro lugar onde as flores de <em>sakura</em> despontam é na montanha Yaedake. Desde o fim da Segunda Guerra, o exército americano ocupava uma grande área que compreendia até essa montanha. Quando os militares se retiraram, a prefeitura local criou um parque natural e plantou sete mil pés de cerejeira para comemorar. Hoje, quase trinta anos depois, as árvores já apresentam um grande porte e ocupam as laterais da estrada que sobem desde a base até o topo. Em alguns pontos as copas floridas formam verdadeiros túneis.<br />
<br />
<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img44_file.jpg" class="pict" alt="Cerejeiras na montanha Yaedake" title="Cerejeiras na montanha Yaedake" width="330" height="482" /></div><br />
<br />
Mais um outro detalhe interessante é que as cerejeiras também estão no meio da floresta ao lado de árvores típicas do clima subtropical, coisa que não se pode ver em outras partes do país.<br />
<br />
Por Reginaldo Okada]]></content>
	</entry>
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		<title>Tokyo Jidai Matsuri, a história da capital do país em desfile</title>
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		<issued>2008-12-09T20:57:28+09:00</issued>
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		<summary>Veja a terceira reportagem da série sobre os “Eventos de outono na região de Kanto”. Desta vez estão em foco o festival Tokyo Jidai Matsuri, que conta a história da capital do país atravé...</summary>
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		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img46_file.jpg" class="pict" alt="Tokyo Jidai Matsuri" title="Tokyo Jidai Matsuri" width="482" height="320" /><br />
<br />
Veja a terceira reportagem da série sobre os “Eventos de outono na região de Kanto”. Desta vez estão em foco o festival Tokyo Jidai Matsuri, que conta a história da capital do país através de um desfile, e o belo ritual Shirasagi No Mai, a dança da garça branca. Ambos acontecem anualmente, no dia 3 de novembro, no histórico bairro de Asakusa. Confira no <a href="http://curtindoojapao.com/relatos/sb.cgi?eid=32" target="Link" title="Link"><em>Relatos e Fotos</em></a> e no <em><a href="http://curtindoojapao.com/webtv/sb.cgi?eid=52" target="Link" title="Link">WebTV</a></em>.]]></content>
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		<title>O manga no DNA dos japoneses</title>
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		<issued>2008-05-09T16:52:11+09:00</issued>
		<modified>2008-05-09T07:52:11Z</modified>
		<summary>Às vezes eu escrevo “arte sacra budista” nos textos e fico preocupado com o que o leitor vai sentir. Será que soa pesado? A expressão “arte sacra” sempre me dava uma sensação de baixo ...</summary>
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		<dc:subject>-</dc:subject>
		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[Às vezes eu escrevo “arte sacra budista” nos textos e fico preocupado com o que o leitor vai sentir. Será que soa pesado? A expressão “arte sacra” sempre me dava uma sensação de baixo astral porque fazia lembrar das imagens que ficavam na parede da igreja onde eu fiz, forçado, a primeira comunhão. Elas mostravam, em sequência, o calvário de cristo. Aos 10 anos de idade, ir na igreja e ver aquelas figuras me causavam pesadelo.<br />
<br />
Mas as peças de arte budista que eu passei a admirar visitando templos e museus aqui no Japão transformaram o meu subconsciente com relação à palavra “sacra”. A simbologia é radicalmente oposta. Enquanto no cristianismo a imagem principal é a de um ser humano torturado na cruz, no budismo é a de um homem iluminado na meditação.<br />
<br />
Também vejo essas obras de séculos passados, de mais de mil anos, e não é raro ficar pasmado com a contemporaneidade delas. Vivo repetindo para mim mesmo: - Pô, o ancestral que fez isso devia ser maluco demais. É um eterno vanguardista!<br />
<br />
Veja, por exemplo, as fotos de uma postagem anterior, da <a href="http://curtindoojapao.com/blog/log/eid7.html" target="_blank" title="Link para a postagem">torre do templo Narita-san</a>. Ficar debaixo dela viajando com os - e nos - detalhes da pintura é diversão para um bom tempo. Esses tipos de obras devem ter pirado-parido-nutrido-inspirado um monte de psicodélicos.<br />
<br />
Um outro exemplo é o conjunto de esculturas dos Doze Guardiões Divinos, do templo <a href="http://www.k5.dion.ne.jp/~shinyaku/index.html" target="_blank" title="Link para o site">Shin-Yakushi-ji</a>. Esse santuário foi criado no ano 747. Os guardiões formam um círculo em volta da estátua da divindade principal chamada Yakushi-nyorai, protegendo-a dos maus espíritos. <br />
<br />
<img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img24_file.jpg" class="pict" alt="Doze Guardiões Divinos 1" title="Doze Guardiões Divinos 1" width="482" height="320" /><br />
<br />
O nome do artista que produziu as estátuas é ignorado, mas... ele devia ser maluco demais! Essas figuras podem ir para os quadrinhos de um manga que ninguém vai achar que foram desenhadas originalmente há mais de 1200 anos. <br />
<br />
Quem admira os <em>manga</em> e <em>anime</em> japoneses devem visitar os templos e museus para comprovar que já faz tempo que essa cultura está no DNA dos japoneses.<br />
<br />
<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img25_file.jpg" class="pict" alt="Doze Guardiões Divinos 2" title="Doze Guardiões Divinos 2" width="482" height="320" /></div><br />
<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img26_file.jpg" class="pict" alt="Doze Guardiões Divinos 3" title="Doze Guardiões Divinos 3" width="482" height="320" /></div><br />
<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img27_file.jpg" class="pict" alt="Doze Guardiões Divinos 4" title="Doze Guardiões Divinos 4" width="320" height="482" /></div><br />
<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img28_file.jpg" class="pict" alt="Doze Guardiões Divinos 5" title="Doze Guardiões Divinos 5" width="320" height="482" /></div><br />
<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img29_file.jpg" class="pict" alt="Doze Guardiões Divinos 6" title="Doze Guardiões Divinos 6" width="320" height="482" /></div><br />
<br />
Além do templo Shin-Yakushi-ji, também se pode ver cópias das estátuas no <a href="http://www.narakan.com/top-e/top-e.html" target="_blank" title="Link para o site">Nara-Nara Kan</a> (onde as fotos deste post foram tiradas). Ele é um museu com réplicas dos Patrimônios Culturais da Humanidade da província de Nara.]]></content>
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		<title>O ipê floresce em Kobe</title>
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		<issued>2008-04-29T12:22:58+09:00</issued>
		<modified>2008-04-29T03:22:58Z</modified>
		<summary>Nos dias 26 e 27 de abril, aconteceu um grande evento na cidade de Kobe (Hyogo) comemorando a data de partida do navio Kasato Maru, que há cem anos levou o primeiro grupo de emigrantes japoneses p...</summary>
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		<content mode="escaped" type="text/html" xml:lang="ja"><![CDATA[<div style="text-align:center"><img src="http://curtindoojapao.com/blog/img/img23_Kobe347.jpg" class="pict" alt="Marina Matsubara e o ipê florescendo na frente do antigo Centro de Emigração" title="Marina Matsubara e o ipê florescendo na frente do antigo Centro de Emigração" width="320" height="482" /></div><br />
Nos dias 26 e 27 de abril, aconteceu um grande evento na cidade de Kobe (Hyogo) comemorando a data de partida do navio Kasato Maru, que há cem anos levou o primeiro grupo de emigrantes japoneses para o Brasil.<br />
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Não foi possível participar da comemoração por causa de outros compromissos em Tokyo, mas deu para conversar com a Marina Matsubara, presidente da NPO que organizou o evento, a <a href="http://www16.ocn.ne.jp/~cbk.bras/" target="_blank" title="Link para o site">Comunidade Brasileira de Kansai</a> (CBK). Ela também nos apresentou todo o <a href="http://curtindoojapao.com/webtv/log/eid38.html" target="_blank" title="Link com o programa da WEBTV">prédio do antigo Centro de Emigração</a>, onde os emigrantes ficavam alojados, recebiam informações e treinamento antes de encarar a longa viagem para o outro lado do planeta.<br />
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Esse prédio estava meio abandonado antes da CBK instalar ali a sua sede. E graças ao empenho do grupo, ele passará por uma grande reforma e será transformado em um centro de apoio para os moradores estrangeiros da região, além de museu da emigração, espaço cultural e de convivência.<br />
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Fiquei contente em conhecer um pouco mais sobre a atuação da CBK e confirmei a idéia de que a comemoração oficial do Centenário de Emigração Japonesa ao Brasil deveria dar maior ênfase, apoio e recursos para as pessoas e entidades que estão trabalhando diretamente em pró da comunidade brasileira no Japão, como a Marina e seu grupo. <br />
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Os mais de 300 mil brasileiros que aqui estão continuam a saga dos emigrantes nipônicos que foram ao Brasil. São os atuais protagonistas dessa história que começou a 100 anos e são os agentes vivos, diários, do intercâmbio entre as duas culturas.<br />
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por Reginaldo OKada]]></content>
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